<p>Mário Santos</p>

Mário Santos

Foto: Pedro Maia
Portugal

Mário Santos insiste numa melhor planificação para o Rio 2016

O chefe da missão portuguesa nos Jogos Olímpicos Londres 2012, Mário Santos, insistiu numa melhor planificação para Rio de Janeiro 2016, na chegada de parte da delegação a Lisboa.


“A maior parte dos atletas vai para casa sem saber as regras do jogo”, lamentou o também presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, a única modalidade a conquistar uma medalha para Portugal (prata para Emanuel Silva e Fernando Pimenta em K2 1.000 metros).

Um dia depois de ter feito, ainda em Londres, um balanço “muito positivo” da participação portuguesa, Mário Santos repetiu, já em Lisboa, a necessidade de preparar antecipadamente os próximos Jogos Olímpicos.

“Muitos atletas vivem agora a indefinição da preparação para os próximos Jogos”, frisou o responsável na chegada a Portugal.

No balanço de domingo, Mário Santos tinha enumerado a prata de Fernando Pimenta e Emanuel Silva e o 11.º lugar da amadora Clarisse Cruz nos 3.000 metros obstáculos como o “ponto alto” na capital britânica, tendo ficado algum “sabor amargo” deixado pela judoca Telma Monteiro (eliminada à primeira na categoria -57 kg).

“Considerando aquela que é a nossa realidade e o nível da prática desportiva em Portugal é muito positivo. Conseguimos uma medalha que ficou muito perto do ouro, foi a segunda melhor participação em termos de diplomas, com nove, e a quarta com mais pontos, igualando Atenas”, afirmou o antigo canoísta na conferência de imprensa de balanço.


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