João Costa igualou a sua melhor classificação em edições dos Jogos Olímpicos
Foto: Sérgio Azenha

A primeira participação de João Costa foi em Sydney 2000
Foto: Sérgio Azenha

Obtém diploma

João Costa foi 7º na final do tiro a 10 metros

João Costa terminou na 7ª. posição a final da prova de tiro com pistola de ar comprimido a 10 metros, igualando a sua melhor prestação em Jogos Olímpicos, em Sydney 2000.


O 7º. lugar de Costa representa a obtenção de um diploma nos Jogos Olímpicos Londres 2012.

João Costa, primeiro-sargento da Força Aérea, é o mais velho de toda a comitiva portuguesa (47 anos) e cumpre a sua quarta participação olímpica.

Foi logo na sua estreia, em Sydney, que o atirador da Figueira da Foz fez o seu melhor resultado – um 7º. lugar na prova de pistola de ar comprimido a 10m, classificando-se em 27.º naquela que até seria a sua melhor prova, a de pistola livre a 50m.

Quatro anos depois, em Atenas, esteve melhor nos 50m (12.º) e, em Pequim 2008 – nos quais estava com o estatuto de melhor do ranking mundial – teve o seu pior conjunto de resultados (17.º em 10m e 32.º em 50m).

Ouro para a Coreia do Sul

O sul-coreano Jongoh Jin conquistou a medalha de ouro. Vice-campeão olímpico em Pequim 2008, o sul-coreano confirmou na final a prestação das qualificações, onde já tinha registado a melhor pontuação, totalizando 688,2 pontos.

A medalha de prata foi conquistada pelo italiano Luca Tesconi, enquanto o sérvio Andrija Zlatic fechou o pódio.

João Costa – que tinha logrado o apuramento com o 8.º posto das qualificações, o último que garantia a passagem à final – subiu um lugar, com 682,3 pontos, igualando a sua melhor prestação em Jogos Olímpicos, alcançada em Sydney 2000.

"Um diploma é um diploma. Foi aquilo que consegui. Aspirava a mais, com certeza. Toda a gente aspira a mais, mas temos de ter consciência do que somos capazes e um diploma é uma medalha. Sim, é uma medalha", afirmou no final da prova.

"Eu tenho consciência das minhas possibilidades e quando digo isto comparo com os outros atletas que estão ali no pódio e que dedicam a sua vida ao tiro. Tenho uma profissão e, dedicando-me ao tiro aos fins-de-semana, nas horas vagas ou quando sou requisitado para isso, é irreal sonhar com a mesma prestação que aqueles profissionais", explicou.

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